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domingo, 28 de setembro de 2014

O cúmulo da patetice.

"Cerimónias assinalam 121.º aniversário do clube

O Estádio do Dragão é palco, este domingo, das cerimónias do 121.º aniversário do FC Porto, coincidentes com o primeiro ano de vida do museu do clube. (…)"

in A Bola

A insistência numa falsa data de fundação não é apenas uma deturpação da história, mas uma injustiça e desonestidade face aos reais fundadores. É provável que a real data de fundação volte a ser celebrada após o fim do reinado de Pinto da Costa.

Até lá, ano após ano, repetir-se-á este acto sofismável, num teatro de estupidez.


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Menos um corrupto no mundo.

Lamento, mas gente desta não merece mais.


terça-feira, 22 de julho de 2014

Oblak.

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Jan Oblak chegou ao Benfica em 2010, apenas com 17 anos. Durante 4 épocas esteve emprestado a outros clubes.

Lembro-me de ter reparado nele no União de Leiria (3ª ano e clube de empréstimo). Já na altura revelava bastante segurança e frieza. Creio que estas características se tornarão a sua “imagem de marca”.

Finalmente, através de um processo convoluto, foi integrado na equipa principal do Benfica na época passada, e aproveitou uma lesão de Artur, até então titular, para agarrar o lugar. Da baliza não mais vieram problemas.

Agora, num processo de sabor amargo para os benfiquistas, partiu para o Atlético de Madrid. Não tenho nada a criticar neste tipo de movimentos: cada jogador deve zelar primeiro pelos seus interesses, tal como cada clube deve zelar primeiro pelos seus. Qualquer um de nós faria o mesmo nos nossos contextos profissionais, havendo a oportunidade. Tenho pena que o Benfica o tenha aproveitado tão pouco tempo, contudo.


segunda-feira, 21 de julho de 2014

The name is football.

O nome é football, ou convenientemente adaptado a cada língua: futebol, fútbol, Fußball, fotbal, fodbold, fotball, futbal, fotboll, futbol, …

O termo soccer é originário de Inglaterra. Deriva de football association + er. Além de Inglaterra, tornou-se popular noutros países noutros países de língua oficial inglesa, como o Canada, Estados Unidos ou Austrália, nos finais do séc. XIX, inícios do séc XX, a par de football.

O termo football acabou por se universalizar. De tal forma que quase todos os países se referem à modalidade como football ou pela sua versão nativa.

Estupidamente os EUA continuam a insistir no obsoleto soccer. Mais estúpido é constatar como essa insistência é forçada. Em 1913 a federação de futebol americana era criada sob o nome America Foot Ball Association, em 1945 mudou o nome para United States Soccer Football Association, e em 1974 finalmente mudaram o nome para o actual United States Soccer Federation. Ou seja, quanto mais se universalizava o termo football mais eles sentiram necessidade de o transformar noutra coisa.


terça-feira, 15 de julho de 2014

FIFA WC2014: Messi, o melhor?

Ahah! Não sei como a FIFA ainda consegue fazer estas piadas… sem se rir.


sábado, 5 de julho de 2014

FIFA WC2014: o sequestro da selecção.

A selecção da FPF não foi a primeira, nem será a última, a ser traída pela má forma da sua principal vedeta. Quem não se lembra do Brasil perder a final de 1998 por 3 golos sem resposta… e o subsequente confronto entre os jornalistas brasileiros e o seleccionador brasileiro. Os jornalistas inquiriam o seleccionador sobre a inclusão do Ronaldo, o melhor jogador do Brasil de então, apesar da sua má forma nessa altura.

Uma questão de estatuto

Quem diz que o estatuto não pesa apenas tenta fugir a uma realidade difícil de contornar. Quem faz parte de um núcleo estável, eleito – alegadamente – pelo mérito, ganha estatuto. E esse estatuto garante-lhes beneplácitos que não estão ao dispor de outros.

Uma questão de pragmatismo

Só que o estatuto não ganha jogos. O estatuto é um benefício de dúvida. Quando deixa de ser tratado como tal, passa a ser um sequestro de competência.

O que no fundo resume o que foi a selecção da FPF neste mundial.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

FIFA WC2014: o que devia mudar.

O mundial de 2014 tem sido uma boa edição – malfadada a participação portuguesa –, mas há 3 coisas que gostaria de ver mudadas.

  1. erros graves de arbitragem

    Depois do vergonhoso Japão-Coreia 2002 a FIFA continua a insistir em enviar árbitros de segunda linha ao mundial. Na fase de grupos amontoaram-se os erros graves. A FIFA devia introduzir tecnologia para ajudar a decidir lances. Já se faz noutras modalidades, não faz sentido chegar a este nível e ver golos mal anulados ou penaltis por marcar (a alguns).

    O argumento “o árbitro também erra, tal como os jogadores” não faz sentido. Os jogadores são o que leva as pessoas aos estádio. Muitas vezes é o erro dos jogadores que faz o resultado e isso é o espectáculo. Ser o erro do árbitro a fazer o resultado é um infeliz efeito secundário.

  2. prolongamento sem substituições extra

    Há muito que as substituições se tornaram uma ferramenta. Permitem fazer alterações tácticas, refrescar a equipa, … Ora se existem 3 substituições permitidas durante o tempo normal (90 minutos), porque não permitir mais 1 quando há prolongamento (30 minutos)?

    O estado em que os jogadores terminam o prolongamento é lastimável.

  3. transmitir o jogo em directo nos painéis do estádio

    Acabem com isso, por favor. É confrangedor ver toda a gente no estádio a olhar para os painéis sempre que são focados. Aquilo são autênticas selfies feitas pelo realizador.

    O público quando se vê entra em histeria. A equipa está a ser goleada e prepara-se para ser eliminada? No problema, estamos no painel.

    E qual a primeira reacção dos jogadores quando terminam uma jogada – especialmente quando falham um lance? Verem-se no painel.

    Nem os treinadores e restante staff técnico resiste à tentação.

    No apogeu da geração das redes sociais, da geração do eu, pôr um painel gigante com gente a ser focada é um maneirismo.


sábado, 28 de setembro de 2013

Comunicado SLB.

Tinha escrito o texto anterior ontem, antes do comunicado de hoje do Benfica. Citando parte deste: "O Jornal de Notícias já foi um jornal sério e de referência. Já foi respeitado e conceituado. Já foi um jornal. Mas isso foi no tempo em que os seus directores eram gente de outra estirpe. Na sua edição deste sábado, publica o Jornal de Notícias um comunicado sobre mau jornalismo, foi pena que não façam mea culpa pela prática com que tem brindado os seus – cada vez menos – leitores, nos últimos anos.

(…)

Na passada segunda-feira, apressaram-se – o mesmo jornal – a trazer na primeira página os erros pelos quais, e segundo eles, uma determinada equipa tinha sido prejudicada e, em consequência disso, empatado. Nesta sexta-feira, pelos vistos não houve erros, pelo menos dignos de ganharem referência na primeira página e, mesmo lá dentro, o máximo onde se atrevem a ir é a palavra “discutível” para descrever um determinado lance que, por acaso, decide esse mesmo jogo.".

O Benfica capitaliza moralmente sobre um jornal que se tornou há muito imoral.


Facciosismo desportivo do JN e Jogo.

Já em Maio de 2005 escrevia escrevia, sobre a propaganda Portista: Órgãos de comunicação social “amigos” encarregam-se de espalhar a mensagem, através de notícias parciais. São sempre os mesmos: Jornal de Notícias , O Jogo, agência Lusa, e alguns amigos individuais espalhados por outros meios.

Não admira que o SLB tenha referenciado o “Jornal de Notícias” e “O Jogo” no seu comunicado na semana passada, alertando para a incoerência das suas capas perante ocorrências semelhantes de jogo, conforme prejudicassem ou beneficiassem o Porto. Os seus editoriais de rebate foram duríssimos, em particular o d’O Jogo. Mas bastou uma semana para revelarem a fraude que são.


Outra vez Pedro Proença?

Pedro Proença começa a tornar-se num daqueles filmes de terror com infindáveis sequelas: quando esperamos ter-nos livres dele, aparece de volta pior que nunca.

Factos “Pedro Proença”:

  1. em dúvida prejudica o Benfica;
  2. sem dúvida beneficia o Porto.

O penalti de hoje no Porto 1-0 Guimarães é apenas mais um na longa lista de números de batota com que esse clube se habituou a ganhar.


terça-feira, 18 de junho de 2013

Martins dos Santos

Ou como “podes tirar os corruptos de ti, mas nunca tirarás o corrupto de ti”.


domingo, 9 de junho de 2013

Portugal 1 - 0 Rússia, mau jogo, beneficio de arbitragem.

Para gáudio daqueles patriotas de ocasião, a selecção da Federação Portuguesa de Futebol venceu a congénere russa por 1-0, mantendo viva a hipótese de apuramento à fase final do mundial Brasil 2014.

Nesse jogo a equipa portuguesa jogou mal e beneficiou de alguns erros favoráveis por parte da equipa de arbitragem: há um penalti por marcar, alguns amarelos perdoados e faltas ignoradas.

Ora desde há uns anos que portugal se instalou na elite das selecções de futebol. Mantém-se consistentemente no top 10 da FIFA e garante presença nas fases finais das principais competições. No entanto a esse estatuto não corresponde, nos últimos anos, mérito desportivo: a equipa tem sido sempre superada nos grupos de qualificação, obtido resultados sofríveis com equipas sofríveis e garantido apuramentos no limite.

Só que, ao contrário dos anos 80 e 90, hoje em dia portugal não se pode queixar das arbitragens. Já não há jogadores expulsos enquanto estão a ser substituídos ou penaltis que em dúvida são marcados contra a equipa das quinas. Agora os erros parecem ser em sentido contrário. A diferença nota-se nos apuramentos conseguidos no limite de hoje contra os não-apuramentos no limite de então.


O milagre dos treinadores do FCP.

A história repete-se e o guião é sempre o mesmo: treinador x, sem grandes feitos até então, é contratado pelo FCP, ganha n campeonatos, vai-se embora e… nada mais volta a ganhar.

Com Mourinho como notável excepção deste enredo, será agora Vitor Pereira o seu novo protagonista? Perante um bi-campeonato onde em 60 jogos apenas registou uma derrota, qualquer lógica menos retorcida indicaria uma respeitável continuidade ou pelo menos a cobiça de grandes clubes europeus. Acabou a não ser respeitado internamente nem cobiçado externamente e o melhor que consegue é um tal de… Al-Ahli??


domingo, 2 de junho de 2013

A radicalização do FCP

A radicalização do FCP está a atingir um nível demasiado perigoso. A rivalidade Benfica-Porto tem um sentido de beligerância único: Porto -> Benfica. O universo portista ataca, bate, goza, destrói, insulta, agride, intimida… O ódio exacerbado ao Benfica tolda-lhes a mente: para eles é o Benfica que faz essas coisas. O Benfica é pior. O Benfica isto, o Benfica aquilo, o Benfica, o Benfica… não lhes sai do pensamento, não lhes sai do discurso, não lhe sai da escrita. Vivem obcecados com o Benfica, desde o adepto anónimo, ao colunista, à apresentadora de televisão, ao deputado, ao secretário de estado. Toda uma sociedade adepta a dedicar energia ao que se passa no Benfica – porventura mais que ao seu próprio clube – traduzida em ódio e violência.

Perante os vis atropelos às mais elementares regras de desportivismo que acontecem sempre nos seus jogos caseiros, seja em que modalidade for, respondem que o Benfica é pior. Exemplificam com casos isolados, não reparando que neles é regra.

Em 30 anos o Porto criou uma organização “lapidar”. Têm competência desportiva, que não haja dúvidas disso, apesar de prontamente ajudados sempre que preciso. Qualquer desporto em que participam é para ganhar. Quando não ganham, fecham a modalidade. Para eles o desporto é um eufemismo de guerra. Têm “boa” imprensa, sem par a qualquer nível da sociedade. Há indícios de dominarem estruturas oficiais não só desportivas mas também civis, como polícia ou tribunais. Há uma preocupação geral em não melindrar a organização: vide a passividade da CMVM ou as questões amigas com que sabem poder esperar em qualquer conferência de imprensa ou entrevista. Possuem um pequeno exército de intimidação constituído por um núcleo duro de criminosos perigosos (vide caso Bruno Pida).

Isto produziu uma máquina de obtenção de títulos “desportivos” numas quantas modalidades seleccionadas – votando as outras ao desprezo ou mesmo ao abandono – a par de uma máquina de gestão de enormes fluxos financeiros. O efeito secundário é a criação de um universo cada vez mais perigosamente extremista e radical.

Quando já nem representantes de estado ou figuras que ocupam cargos de prestígio se conseguem controlar publicamente, quando uma sociedade começa cada vez mais a alertar para este fenómeno, é sinal que a radicalização está a chegar a um limite perigoso.


E desta foi... o Amorim.

Já tinha acontecido antes e provavelmente voltará a acontecer. Desta vez foi Carlos Abreu Amorim que resolveu enviar umas “bocas” de índole anti-benfiquista pelo twitter. Idiotas, por sinal, ainda que irrelevantes. No passado foi um artigo que destratava a instituição SLB por Francisco José Viegas. Os representantes do estado devem abster-se deste tipo de coisas devido à representatividade que carregam. Qualquer intervenção pública que façam – sendo que público é tudo o que seja exposto publicamente, ainda que a título pessoal – tem uma audiência com uma potencial diversidade que deve ser respeitada.

Bom, este caso registou um pequeno progresso: o deputado veio retratar-se (politicamente) pelo sucedido.

Como curiosidade, ambos os casos configuram o mesmo perfil: adeptos portistas a vilipendiarem o Benfica. Um padrão preocupante.


domingo, 7 de outubro de 2012

Diferenças...

Comparar um At. Madrid - Malaga com um Porto - Sporting é como comparar uma lotaria à aproximação… respectivamente.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Estou farto do Sobral.

Algum mérito o senhor deverá ter, para estar à frente do maisfutebol. Mas que não percebe nada de futebol, não percebe. Mais uma vez, agora durante o Euro2012, volta a demonstrar que, ou tem muito azar, ou não percebe nada do que fala. E fala muito! Eis algumas pérolas:

  • “A Rússia e a Dinamarca foram as duas selecções que melhor entraram no Euro-2012. Por caminhos bem diferentes. (…) Mas o primeiro milho já ninguém lhe tira.”
  • “Rep. Checa, a primeira a cair.”

Além da constatação do óbvio a realidade é esta: Rússia e Dinamarca foram afastadas da competição enquanto a República Checa prosseguiu.

Mas o mais irritante é a postura. Por um lado, parece que o mundo desportivo lhe deve alguma coisa. Permanentemente. Por outro sente-se como um majestoso iluminado, que da sua excelsa visão identifica os terráqueos errantes.

Infelizmente o mundo está cheio de gente desta: aqueles que resolvem tudo… no papel.


Do fanatismo à obsessão.

O que leva a que um “alto” representante do estado continue a manter crónicas na sua condição de culto fanático-faccioso adepto?

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Será uma questão de dinheiro? Uma obsessão por mediatismo?

Olhamos hoje para as páginas de um jornal, assistimos a um programa televisivo ou simplesmente ligamos o rádio e o panorama repete-se: uma quantidade de figuras, colunáveis por se terem tornado colunáveis (assim mesmo, recursivo), repetindo ad nauseam os seus dislates. Sendo um direito que lhes assiste bem como uma questão “editorial” de quem os contrata, os representantes do estado dever-se-iam abster dessas actividades, precisamente devido à representatividade que carregam.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Propaganda portista.

Mais do que a violência dos adeptos no final do jogo Porto-Benfica, que decidia o título de basquetebol, ou do seu apoio tácito por parte do Porto e instituições relacionadas, o mais chocante para mim é aquilo que ninguém fala: a máquina de propaganda ao serviço do FCP.

A estratégia é sempre a mesma:

  • foram provocados primeiro;
  • faz parte de uma estratégia montada pelo adversário;
  • no fundo eles são as vítimas.

Como pode tão óbvia e patética estratégia funcionar? Propaganda!

  • Começam por lançar uma série de comunicados, a defender as teses acima (provocação, etc). No caso do jogo de basquetebol, poucas horas após o seu término, já estavam os comunicados no ar.

  • Órgãos de comunicação social “amigos” encarregam-se de espalhar a mensagem, através de notícias parciais. São sempre os mesmos: Jornal de Notícias, O Jogo, agência Lusa, e alguns amigos individuais espalhados por outros meios.

  • Instituições “amigas” tentam diluir as culpas com outras partes ou até branqueá-las. Neste caso veja-se como a PSP do Porto se apressou a anunciar um inquérito em relação aos confrontos entre adeptos do Porto e do Benfica… num jogo onde não estavam presentes adeptos do Benfica. Também vem à memória o célebre episódio dum comissário da PSP do Porto que garantia a atónitos jornalistas que o autocarro do Benfica não tinha sido apedrejado, ao contrário do que eles próprios tinham testemunhado momentos antes.

O resultado prático é o branqueamento destas acções. Compare-se o apagão da Luz com estas agressões. O primeiro caso andou meses na comunicação social, foi alvo de todo o tipo de análises e imensos artigos de opinião. “A máscara caiu” (ao Benfica), diziam eles. Agora, perante o caos e a barbárie, o tema durou uns dois, três dias.


domingo, 20 de maio de 2012

Caminhada ao topo da arbitragem.

A escolha de Pedro Proença para árbitro da final da Liga dos Campeões vem confirmar duas coisas:

  1. A nível externo, que a qualidade no domínio da arbitragem também não abunda noutros países. Nem é preciso estar-se especialmente atento para descortinar algumas tristes arbitragens quer na Liga Europa, quer na Liga dos Campeões. Este ano, mais uma vez, isso voltou a verificar-se envolvendo equipas portuguesas… com prejuízo destas.

  2. A nível interno, que o sistema funciona. O mesmo sistema que atirou Olegário Benquerença em 2010 para as lides internacionais (um jogo das meias finais da LC e presença no Mundial 2010) atira agora, 2 anos depois, Pedro Proença para lides equivalentes (final da LC, presença no Europeu 2012). Nem a UEFA nem a FIFA monitorizam o trabalho doméstico dos árbitros. Essas organizações confiam nas suas associadas nacionais e escolhem o topo que estas lhes servem. E para se chegar ao topo em Portugal já se sabe qual o caminho a seguir. Benquerença seguiu-o, Proença também.

A grande questão é saber se Proença conseguirá manter o estatuto, ou se fará como Benquerença, mostrando rapidamente que se tratou de um erro de casting.