sábado, 28 de setembro de 2013

Comunicado SLB.

Tinha escrito o texto anterior ontem, antes do comunicado de hoje do Benfica. Citando parte deste: "O Jornal de Notícias já foi um jornal sério e de referência. Já foi respeitado e conceituado. Já foi um jornal. Mas isso foi no tempo em que os seus directores eram gente de outra estirpe. Na sua edição deste sábado, publica o Jornal de Notícias um comunicado sobre mau jornalismo, foi pena que não façam mea culpa pela prática com que tem brindado os seus – cada vez menos – leitores, nos últimos anos.

(…)

Na passada segunda-feira, apressaram-se – o mesmo jornal – a trazer na primeira página os erros pelos quais, e segundo eles, uma determinada equipa tinha sido prejudicada e, em consequência disso, empatado. Nesta sexta-feira, pelos vistos não houve erros, pelo menos dignos de ganharem referência na primeira página e, mesmo lá dentro, o máximo onde se atrevem a ir é a palavra “discutível” para descrever um determinado lance que, por acaso, decide esse mesmo jogo.".

O Benfica capitaliza moralmente sobre um jornal que se tornou há muito imoral.


Facciosismo desportivo do JN e Jogo.

Já em Maio de 2005 escrevia escrevia, sobre a propaganda Portista: Órgãos de comunicação social “amigos” encarregam-se de espalhar a mensagem, através de notícias parciais. São sempre os mesmos: Jornal de Notícias , O Jogo, agência Lusa, e alguns amigos individuais espalhados por outros meios.

Não admira que o SLB tenha referenciado o “Jornal de Notícias” e “O Jogo” no seu comunicado na semana passada, alertando para a incoerência das suas capas perante ocorrências semelhantes de jogo, conforme prejudicassem ou beneficiassem o Porto. Os seus editoriais de rebate foram duríssimos, em particular o d’O Jogo. Mas bastou uma semana para revelarem a fraude que são.


Eleições CM Porto

Deve ser triste votar no Porto, onde se pode escolher entre um faccioso regionalista e um fanático regionalista.

Qualquer que seja a escolha, já perderam.


Outra vez Pedro Proença?

Pedro Proença começa a tornar-se num daqueles filmes de terror com infindáveis sequelas: quando esperamos ter-nos livres dele, aparece de volta pior que nunca.

Factos “Pedro Proença”:

  1. em dúvida prejudica o Benfica;
  2. sem dúvida beneficia o Porto.

O penalti de hoje no Porto 1-0 Guimarães é apenas mais um na longa lista de números de batota com que esse clube se habituou a ganhar.


terça-feira, 18 de junho de 2013

Precisamos de palhaços, apesar do Sousa Tavares.

Os palhaços ganham dinheiro por fazerem patetices que nos fazem rir. O Sousa Tavares ganha dinheiro por dizer patetices sem piada. Precisamos mais dos palhaços.

Contexto.


Martins dos Santos

Ou como “podes tirar os corruptos de ti, mas nunca tirarás o corrupto de ti”.


domingo, 9 de junho de 2013

Portugal 1 - 0 Rússia, mau jogo, beneficio de arbitragem.

Para gáudio daqueles patriotas de ocasião, a selecção da Federação Portuguesa de Futebol venceu a congénere russa por 1-0, mantendo viva a hipótese de apuramento à fase final do mundial Brasil 2014.

Nesse jogo a equipa portuguesa jogou mal e beneficiou de alguns erros favoráveis por parte da equipa de arbitragem: há um penalti por marcar, alguns amarelos perdoados e faltas ignoradas.

Ora desde há uns anos que portugal se instalou na elite das selecções de futebol. Mantém-se consistentemente no top 10 da FIFA e garante presença nas fases finais das principais competições. No entanto a esse estatuto não corresponde, nos últimos anos, mérito desportivo: a equipa tem sido sempre superada nos grupos de qualificação, obtido resultados sofríveis com equipas sofríveis e garantido apuramentos no limite.

Só que, ao contrário dos anos 80 e 90, hoje em dia portugal não se pode queixar das arbitragens. Já não há jogadores expulsos enquanto estão a ser substituídos ou penaltis que em dúvida são marcados contra a equipa das quinas. Agora os erros parecem ser em sentido contrário. A diferença nota-se nos apuramentos conseguidos no limite de hoje contra os não-apuramentos no limite de então.


O milagre dos treinadores do FCP.

A história repete-se e o guião é sempre o mesmo: treinador x, sem grandes feitos até então, é contratado pelo FCP, ganha n campeonatos, vai-se embora e… nada mais volta a ganhar.

Com Mourinho como notável excepção deste enredo, será agora Vitor Pereira o seu novo protagonista? Perante um bi-campeonato onde em 60 jogos apenas registou uma derrota, qualquer lógica menos retorcida indicaria uma respeitável continuidade ou pelo menos a cobiça de grandes clubes europeus. Acabou a não ser respeitado internamente nem cobiçado externamente e o melhor que consegue é um tal de… Al-Ahli??


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Turquia, polícia e EUA

É incrível como os Estados Unidos têm o descaramento de vir criticar o uso excessivo de força pela polícia turca – que o foi! – , quando eles têm das polícias mais terceiro-mundistas no que respeita a abuso de força e autoridade.

Nos Estados Unidos qualquer pessoa pode ser presa arbitrariamente se a polícia quiser. Um agente atira a pessoa ao chão, algema-a e leva-a para a esquadra. Mais tarde é acusada de resistência à detenção, o que é uma ofensa grave.

De resto ainda estão frescos os incidentes de Wall Street de há uns anos, em que até gás pimenta foi usado de forma desnecessária e indiscriminadamente sobre os manifestantes.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Revisitando o passado: curtas e grossas.

  • Uma página sobre Ubuntu no site da Dell fez furor na imprensa. Listava uma série de qualidades do Ubuntu como uma afirmação de vantagem face ao windows. É pena que até hoje nunca tenha conseguido comprar portáteis da Dell sem windows… e respectiva licença.

  • Nos tempos de Sócrates, Marcelo Rebelo de Sousa, o mestre do bitaite nacional, dizia que o governo não devia cair para não entrar em gestão. Antes tinha dito que estava em gestão há seis meses.

  • Santana Lopes queixava-se o quão difícil era arranjar empregadas domésticas e pessoas que tratem dos jardins. Depois terminava com uma interrogação ao leitor: “não têm sentido o mesmo?”. Siiiimmmm claro, toda a gente sente falta de jardineiros para tratar as propriedades em que vivem.

  • Claro que isto é a variante “pidó” do cliche “há trabalho, as pessoas é que não querem trabalhar”. Isto pôs-me da dúvida se o PSL se terá oferecido para limpar a casa de alguém das vezes em que foi “despedido”. Limpar no sentido higiénico da coisa, claro.

  • Esse monstro da economia que incompreensivelmente limita-se a ser um crónico cronista e subdirector do Expresso, Nicolau Santos, há uns anos desancava forte e feio na senhora Merkel porque esta, pasme-se, tinha adoptado medidas para equilibrar as finanças públicas. Este especialista de renome internacional (ou não), não tem dúvidas: a senhora é uma contabilista, e má! Ele é que bom, claro. Mas a mandar bitaites. Traçava também o destino do país: a Alemanha iria entrar em recessão. Não entrou.

  • Outro que também sabe tudo e tem sempre razão, e ainda junta a isto uma horda de idi.. err seguidores é o Sousa Tavares. Corria o ano de 2010, os impostos aumentavam e o coitadinho do senhor andava preocupado porque ganhava muito e tinha que pagar cada vez mais, apesar de falar nesses “ricos” (mesmo assim), na terceira pessoa. Então lá desabafava que essa “ínfima minoria que, em termos de saldo final, quase nada representam no bolo das receitas fiscais” é a mesma “que, apesar de tudo, foi responsável pelo crescimento de 1,8% do PIB no último trimestre, alavancado no consumo interno”. SIC.


Final Four de Hóquei num fim de semana agitado.

  1. Após um primeiro anúncio de não comparência na final da Liga Europeia de hóquei, por falta de condições de segurança e ausência de bilhetes para os seus adeptos, o Benfica reverteu a decisão após receber algumas garantias mínimas em ambos os pontos.

  2. Independentemente dos eventos que se seguiram, creio que a decisão de não comparência devia ter sido mantida (v.d. dois artigos anteriores).

  3. Alegadamente teve de haver intervenção directa do ministro da administração interna.

  4. Ainda assim o desporto venceu… episodicamente. Houve jogo – afinal a razão de tudo isto! – houve lugares para adeptos benfiquistas, sem agressões nem intimidações quer a adeptos quer a jogadores do Benfica. Ao contrário da regra houve algum desportivismo nesta final na casa do FCP.

  5. Lamentável: apenas 150 bilhetes foram distribuídos ao Benfica, mas entraram pouco mais de 70 a 80 adeptos – segundo informações dos jornalistas – e só quando já decorria a segunda parte. Mal.

  6. Repórter: “Ganhar na casa do inimigo tem outro sabor?” Diogo Rafael: “Não é inimigo, é adversário.”. É uma questão cultural. Há uma diferença entre ter valores e não os ter.

  7. Infelizmente noutro jogo caseiro do FCP, desta vez em futebol de juvenis, a “regra” voltou a imperar.


domingo, 2 de junho de 2013

Como o Porto está a destruir o desporto.

A anunciada falta de comparência do Benfica à final da Final Four de Hóquei Patins é o corolário do extremismo a que as gentes do Porto chegaram.

O Porto não é dono do evento. Adicionalmente, mesmo jogando em casa, esta está emprestada à organização internacional (europeia) da competição. Não podem intimidar os adeptos de outros clubes, proibi-los de assistir aos jogos, nem agredi-los dentro (ou fora) do pavilhão. Os bilhetes têm que ser distribuídos em igualdade aos dois finalistas.

Mais uma vez o Porto falha nas mais elementares regras de desportivismo que desta vez tiveram como consequência a não comparência do Benfica. Apesar da “boa imprensa” em conjunto com o departamento de propaganda do Porto se preparar agora para uma campanha de branqueamento da situação – como sempre fazem – o caso atingiu um extremo: a destruição do desporto. A ausência de jogo é a destruição do desporto.

Passará o futuro do desporto português pela criação de estruturas desportivas, paralelas e alternativas às actuais, onde não conste o Porto?


A radicalização do FCP

A radicalização do FCP está a atingir um nível demasiado perigoso. A rivalidade Benfica-Porto tem um sentido de beligerância único: Porto -> Benfica. O universo portista ataca, bate, goza, destrói, insulta, agride, intimida… O ódio exacerbado ao Benfica tolda-lhes a mente: para eles é o Benfica que faz essas coisas. O Benfica é pior. O Benfica isto, o Benfica aquilo, o Benfica, o Benfica… não lhes sai do pensamento, não lhes sai do discurso, não lhe sai da escrita. Vivem obcecados com o Benfica, desde o adepto anónimo, ao colunista, à apresentadora de televisão, ao deputado, ao secretário de estado. Toda uma sociedade adepta a dedicar energia ao que se passa no Benfica – porventura mais que ao seu próprio clube – traduzida em ódio e violência.

Perante os vis atropelos às mais elementares regras de desportivismo que acontecem sempre nos seus jogos caseiros, seja em que modalidade for, respondem que o Benfica é pior. Exemplificam com casos isolados, não reparando que neles é regra.

Em 30 anos o Porto criou uma organização “lapidar”. Têm competência desportiva, que não haja dúvidas disso, apesar de prontamente ajudados sempre que preciso. Qualquer desporto em que participam é para ganhar. Quando não ganham, fecham a modalidade. Para eles o desporto é um eufemismo de guerra. Têm “boa” imprensa, sem par a qualquer nível da sociedade. Há indícios de dominarem estruturas oficiais não só desportivas mas também civis, como polícia ou tribunais. Há uma preocupação geral em não melindrar a organização: vide a passividade da CMVM ou as questões amigas com que sabem poder esperar em qualquer conferência de imprensa ou entrevista. Possuem um pequeno exército de intimidação constituído por um núcleo duro de criminosos perigosos (vide caso Bruno Pida).

Isto produziu uma máquina de obtenção de títulos “desportivos” numas quantas modalidades seleccionadas – votando as outras ao desprezo ou mesmo ao abandono – a par de uma máquina de gestão de enormes fluxos financeiros. O efeito secundário é a criação de um universo cada vez mais perigosamente extremista e radical.

Quando já nem representantes de estado ou figuras que ocupam cargos de prestígio se conseguem controlar publicamente, quando uma sociedade começa cada vez mais a alertar para este fenómeno, é sinal que a radicalização está a chegar a um limite perigoso.


E desta foi... o Amorim.

Já tinha acontecido antes e provavelmente voltará a acontecer. Desta vez foi Carlos Abreu Amorim que resolveu enviar umas “bocas” de índole anti-benfiquista pelo twitter. Idiotas, por sinal, ainda que irrelevantes. No passado foi um artigo que destratava a instituição SLB por Francisco José Viegas. Os representantes do estado devem abster-se deste tipo de coisas devido à representatividade que carregam. Qualquer intervenção pública que façam – sendo que público é tudo o que seja exposto publicamente, ainda que a título pessoal – tem uma audiência com uma potencial diversidade que deve ser respeitada.

Bom, este caso registou um pequeno progresso: o deputado veio retratar-se (politicamente) pelo sucedido.

Como curiosidade, ambos os casos configuram o mesmo perfil: adeptos portistas a vilipendiarem o Benfica. Um padrão preocupante.


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Um splash de... lamechice.

A ideia de um programa com gente mais ou menos reconhecível a fazer saltos olímpicos para a água, após uma preparação de 7 dias, parece interessante. Divulga a modalidade, mostra que com trabalho conseguem-se resultados surpreendentes. Transformá-lo numa feira de clichés sociais, odes ao esforço, reforçados em maleitas da vida, é enfadonho e já enjoa. A lenta dinâmica do programa também não ajuda.


segunda-feira, 1 de abril de 2013

troika, afinal não era tão bom?

Há quase dois anos glorificava-se o “programa da troika” um pouco por toda a parte. Era o programa que “só” a troika tinha sabido fazer. Não-sei-quantos-anos de democracia não tinham conseguido produzir um programa assim tão bom.

Paulatinamente as opiniões foram mudando, vergadas à realidade dos factos: os objectivos do défice não têm estado a ser alcançados, o desemprego aumentou brutalmente e estamos numa das piores recessões do regime.

Parece que o problema agora é que o programa cumprido não corresponde ao acordado com a troika, i.e. ao tal “programa”, que por sua vez parece que já não o era, mas apenas um conjunto de metas a cumprir.

Adiante… não acredito em silver bullets e não existem passes de mágica, mas este caminho está longe de ser o menos mau.


Sócrates na TV... e?

uns tempos destacava o círculo vicioso formado entre a política e a comunicação social, como se se fechassem entre si, alheios à realidade.

A junção de Sócrates ao rol de comentadores políticos, na semana passada, fez-me recordar esses escritos. Ver profissionais da comunicação social a destacar a importância política de Sócrates como comentador, é como ver padeiros a classificar a importância do pão na nutrição humana.

Terá Sócrates, enquanto comentador, algum peso ou influência em futuros acontecimentos políticos? Até pode ser, mas duvido. Sejamos honestos, Marcelo Rebelo de Sousa anda a tentá-lo há 30 anos e o máximo que conseguiu foi ser líder do PSD quando não havia interessados.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O regresso dos fiscais do isqueiro.

No triste período designado de novo regime, vulgo “tempo do Salazar”, era necessário ter uma licença para se possuir um isqueiro. Como pouca gente pagava a tal licença, foram postos no terreno uns fiscais, que corriam de esplanada em esplanada, à caça de tamanhos prevaricadores. O objectivo era identificar pessoas que possuíssem um isqueiro e não tivessem a licença. Contam as crónicas que estes últimos, quando desconfiavam da aproximação dos fiscais, atiravam os isqueiros para a sarjeta.

Quando hoje somos confrontados com o surgimento de uma nova geração de fiscais, cujo objectivo é identificar pessoas que não tenham exigido facturas nas lojas, estamos a regredir a algo pior que o “fiscal dos isqueiros”. Agora não se trata apenas de validar a existência de uma licença, mas a faculdade de interpolar aleatoriamente qualquer cidadão para fiscalizar uma regulação forçada da sua vivência.


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Jorge Jesus: com banqueiros já sofri o que tinha a sofrer!

Fernando Ulrich, ao ver o montante dos seus rendimentos ser abordado por uma deputada do Bloco de Esquerda, respondeu que o treinador do Benfica ganhava mais do que ele e isso não a preocupava. Claro que o homem foi desonesto: o tema relacionava-se com as suas últimas observações sobre pessoas com rendimentos muito inferiores a ele, não sendo ele, ganhando 60 mil euros por mês, a pessoa mais habilitada para falar das dificuldades dos portugueses em geral. Ora que se saiba, Jorge Jesus não anda a mandar “bitaites” sobre o que os sem-abrigo ou os comuns mortais aguentam ou deixam de aguentar.

Quando questionado sobre a tirada de Ulrich, Jorge Jesus limitou-se a dizer já sofreu o que tinha a sofrer com banqueiros. Excelente. Evitou ter que desmontar as patetices de Ulrich e verbalizou um pensamento cada vez mais generalizado: estamos fartos de bancos!


Os lonets deste mundo.

Há uns tempos dei com mais um daqueles típicos debates online onde se discutiam algumas medidas duras que tinham sido aplicadas à função pública. Não pude deixar de reparar que um dos FPs mais acérrimos tinha uma participação… demasiado frequente. Na verdade tinha um registo de 21 intervenções que começavam às 10h30 e acabavam… às 18h36. E eis um dia de trabalho bem passado.


sábado, 9 de fevereiro de 2013

IMI, o imposto imoral.

Mal ou bem os impostos existem e têm uma função. Apesar da sua existência basear-se numa relação desproporcional de força – no fundo os impostos são ditados unilateralmente por quem controla as armas – devem seguir alguns princípios:

  • exequibilidade: não exigir mais do que se pode pagar;
  • igualdade: demandar o mesmo perante as mesmas condições.

Em geral os impostos resumem-me à apropriação pelo estado de parte de uma transacção: havendo um bolo, uma parte desse bolo é retido pelo Estado em impostos. Isto garante em parte a sua exequibilidade, porque é preciso haver a produção de algo do qual possa ser retirado valor. É o caso dos impostos sobre o rendimento, sobre as vendas, etc.

Mas há uma grande excepção neste esquema: o IMI. O IMI é aplicado a terrenos e casas. Essas casas e terrenos pagam eternamente uma renda que é exigida ao seu proprietário sob a forma de imposto. Não há nenhum valor gerado que dê origem ao imposto. Assim este tem de ser forçosamente pago através de outros rendimentos, entretanto já sujeitos a impostos, o que confere uma situação de dupla tributação disfarçada.

Além disso é assumido que o proprietário terá eternamente rendimentos de sobra que paguem uma parte do valor das suas propriedades, nem sequer prevendo a hipótese dessa propriedade poder ser entregue ao estado como liquidação de imposto ou obtenção de receita.

É incrível como este imposto, ilegal a meu ver, existe.